sossego
quero o luxo de em meu travesseiro
eu poder dormir teu peito.
quarta-feira, 12 de março de 2008
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Réu confesso
Dolosamente estas cometo
na ruidosa madrugada muda.
Tudo o que em mim
lateja,
a ponta em tinta goza
por absolvição.
Sou livre pólvora
da alforria,
que escapa pelos furos deste –
antes virgem e branco.
Aqui, ante vós,
meus pecados são veniais.
Ó deliciosa fornicação:
eu peco, vós cumpris pena.
Se única palavra minha ledes
liberto-me em teu fardo
do insuportável e vitalício
múnus
de juiz meu.
Réu confesso
ganha um olho.
Testemunha una,
perde a visão.
"Somente a consciência individual do agente dá testemunho dos atos sem testemunha, e não há ato mais desprovido de testemunha externa do que o ato de conhecer." Olavo de Carvalho
na ruidosa madrugada muda.
Tudo o que em mim
lateja,
a ponta em tinta goza
por absolvição.
Sou livre pólvora
da alforria,
que escapa pelos furos deste –
antes virgem e branco.
Aqui, ante vós,
meus pecados são veniais.
Ó deliciosa fornicação:
eu peco, vós cumpris pena.
Se única palavra minha ledes
liberto-me em teu fardo
do insuportável e vitalício
múnus
de juiz meu.
Réu confesso
ganha um olho.
Testemunha una,
perde a visão.
"Somente a consciência individual do agente dá testemunho dos atos sem testemunha, e não há ato mais desprovido de testemunha externa do que o ato de conhecer." Olavo de Carvalho
"Mamá, esto para tí, para nuestros tíos, para tus abuelos, esto es para los comediantes como tú que trajeron la dignidad para España". Javier Bardem
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
good times
cheiro de toalha molhada. cheiro de alvejante e de roupas úmidas com a brisa da meia-noite batendo na área de serviço. não ia dormir enquanto minha empregada não fosse também, pra me fazer o cafuné que até hoje não conheci ninguém que faça igual. o cafuné da emília consistia em dar pequenos estalos com as unhas pela minha cabeça toda. a emília era um máximo. cuidava dos detalhes mais românticos. deixava a rotina com gosto de hotel fresquinho. se ela fazia bolo de chocolate ou pudim, era certo que ao lado do meu prato de jantar estaria uma forminha -daquelas de empada- com um mini bolo ou pudim igual ao de tamanho normal que estava na geladeira; preparava uma limonada suiça sensacional, sabia todas as maneiras de se preparar ovos. um dia ela disse pra minha mãe que não era uma simples diarista, ela era "detalhista"... ela me mimava - quando eu chegava cansada do balé, com os pés doloridos, ela enchia a banheira com água quente e espuma e depois fazia massagem nos pés, que não estavam nem mais doloridos, mas que eu fazia questão de dizer que ainda estavam pra aquela vida de mini madame não me deixar. eu já devia estar prevendo que nem sempre ia ser assim. cheiro de roupas úmidas e sufocantemente cheirosas. ela escutava "good times 98". não dá pra esquecer a entonação da voz do radialista "gud taaimes. 98." aí ele traduzia as loves songs pedidas por mulheres apaixonadas, que dedicavam aos seus bofes ou por mulheres despachadas que queriam dar o troco pedindo músicas de dor de cotovelo. o cafa certamente também se ligava no gudtaimes. eu achava aquilo super máximo, super mulher. meia-noite ouvindo traduções simultâneas (baby don´t go / bebê, não se vá) daquelas músicas in english pedidas por aquelas mulheres super adultas. e a emília ainda me dava mil conselhos. eu não lembro direito quais eram mas, eram conselhos sérios. e ela dizia "lari, quando acontecer isso que eu estou te dizendo, você vai lembrar de mim."
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
O juiz, a polícia e o malandro
Veja a carta que o juiz federal Roberto Schuman, aquele que foi preso ealgemado sob a acusação de "desacato" por detetives da Core, na Lapa,durante o carnaval, distribuiu por e-mail aos amigos em todo o Brasil:
" Amigos: Acho que nem é preciso dizer a situação vexatória pela qual passei, como ser humano e magistrado. O mais importante é que mesmo algemado na mala do camburão, após os policiais estarem com minha identificação do TRF e dizendo que talvez pudessem nao me levar para a DP, aos risos e chacotas, consegui ligar para os setores de seguranca do TRF e do TJ/RJ, pedindo o rastreamento da viatura do CORE na qual eu estava para evitarem um mal maior. Felizmente os danos físicos se limitaram aos meus pulsos, quando, após ter me identificado como juiz federal o policial cujo link segue abaixo, bem novo, diga-se, apertou as algemas até os meus ossos, rindo. Tenho certeza que se tratavam de pesssoas sem qualquer equilíbrio para o convívio em sociedade,mais ainda trajando fardas pretas da elite da Policia Civil/RJ com pistolas automáticas apontadas para mim. Certamente constituem-se exceção dentro do seio policial: http://www.policiacivil.rj.gov.br/noticia.asp?id=2886. A história foi escrita por mim visando a publicação em jornais, até mesmo para se propor um debate sério sobre o atual estado de coisas, pois no mesmo jornal que noticiou um juiz federal algemado no camburão pela suposta prática de um delito de menor potencial ofensivo havia um bicheiro - réu em processo criminal - em cima de um caminhão oficial do corpo de bombeiros fluminense,logo, aparelho do Estado. Ressalto que não tenho palavras para agradecer os vários telefonemas de apoio recebidos e mensagens de colegas e amigos de todas as carreiras do meio jurídico e de outras diversas, todos, resumidamente, com a seguinte preocapação: se aconteceu isso com um juiz, o que virá em seguida. E o cidadão comum? Bom, agradeço o apoio imediato da AJUFE, que no dia seguinte ja estava ao meu lado, e, novamente, de todos os amigos. Segue abaixo a minha manifestação,que está livre para a mais ampla divulgação possível, bem como este email, para que isso nunca mais volte a ocorrer, com quem quer que seja. Haverá uma sessao de desagravo provavelmente as 17:00 horas do proximo dia 13, quarta-feira, no auditorio do foro da justica federal da Av. RioBranco,no centro do Rio de Janeiro. Por último, confesso que saí do camburão algemado me sentindo como um trapo,um lixo, em relação à minha cidadania e minha condição funcional, contudo, após esses dias saio um cidadao e um magistrado ainda mais forte, e isso eu devo a todos vocês. Atenciosamente,Roberto Schuman.
Segue a carta:
O Juiz, a Polícia e o Malandro.
Segunda-feira de carnaval, saio de casa perto das 22:00 horas para encontrar a namorada na porta do Circo Voador, na Lapa. Lá chegando, saio do táxi falando ao celular para encontrá-la. Mas não é só. Além de tênis, bermuda e camisa, usava um chapéu, desses vendidos em todos os cantos da cidade a R$ 5,00. Presente da namorada. Coisa de mulher. Então, atravesso a rua e quase sou atropelado por um camburão com luzes e lanternas apagadas com a inscrição CORE no carro. No mesmo momento o motorista grita " Ô malandro" e eu, assustado, dou um pulo para a calçada, peço desculpas e viro as costas, continuando ao celular e andando, já na calçada. Aí, percebo que a viatura andava ao meu lado, com três policiais de preto, ao que escuto, em alto e bom som: "Saia da rua, seu malandro e bêbado". Nessemomento, pensei: Isto não é jeito de tratar as pessoas na rua e respondi: "Não sou bêbado nem malandro; se vocês não estiverem em operação, está errado andarem com essa viatura preta e apagada, pois quase me atropelaram e vão acabar atropelando alguém!" Oportunidade em que os homens de preto descem da viatura dizendo: "Ô malandro, tu é abusado, tá preso". Ato contínuo, diante da voz de prisão, estendo os dois braços para ser algemado. Pergunto ao mais novo dos três, que estava completamente alterado: "Qual o motivo da prisão?" Resposta: "Desacato". Pergunto novamente: "O que os senhores entendem como desacato?" Resposta: "Até a DP a gente inventa, se a gente te levar pra lá". Neste exato momento, percebendo a gravidade da situação, disse: "Estou me identificando como juiz federal e minha identificação funcional está dentro da minha carteira, no bolso da bermuda. Imediatamente o policial novinho, que se identificou como André e na DP disse se chamar Cristiano meteu a mão no meu bolso, pegou aminha carteira e a colocou em um dos bolsos de sua farda preta. Então o impensável aconteceu! Disseram: "Juiz Federal é o c..., tu é malandro e vai para a caçapa do camburão. Fui atirado na mala do camburão como bandido, algemado, porém, com o celular no bolso e os três policiais do CORE da Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro, dizendo que no máximo eu deveria ser "juiz arbitral ou de futebol". Temendo pela vida, por incrível que pareça me veio aquela frase de Dante, da sua obra "Divina Comédia": "Abandonai toda a esperança, vóis que entrais aqui". Então, sem perder as esperanças, peguei o celular do bolso mesmo algemado e liguei para a assessoria de segurança da Justiça Federal informando a situação,bem baixinho, e que não sabia se seria levado para DP, pedindo para acionar a PM e localizar a viatura do CORE que estava circulando pela Lapa comigo jogado algemado na mala. '>' Após a ligação, disse-lhes uma única coisa, ainda na viatura: "Vocês estão cometendo crime, ao que escutei dos três, aos risos: "juiz federal andando com esse chapéu igual a malandro. Até parece. Se você for mesmo juiz,a gente vai chamar a imprensa, pois juiz não pode andar como malandro." Na delegacia, as gracinhas dos policiais continuaram: "Olha o chapéu do malandro". Então eu disse, já me sentindo em segurança: "Vocês querem que eu tire o chapéu e vista terno e gravata?" O fato é que já na presença do delegado as algemas foram retiradas e, vinte minutos depois, um dos policiais de preto vem ao meu encontro e me pede: "Excelência, desculpas, nós agimos mal,podemos deixar por isso mesmo?" Respondi: "Primeiro. Não me chame de Excelência, pois até há pouco vocês me chamavam de malandro. Segundo. Não, não pode ficar por isso mesmo. Como é que vocês tratam assim as pessoas na rua, como se fossem bandidos. Terceiro. Vocês três não honram a farda que estão vestindo. Quarto. Desde a abordagem policial agi apenas como cidadão, no que fui desrespeitado e, depois de ter me identificado como juiz federal, fui mais ainda, logo, um crime de abuso de autoridade seguido de outro de desacato. Depois do circo montado pelo próprio agente do CORE Cristiano, que ligara do interior da DP para os repórteres, de forma incessante, talvez temendo que ele e seus dois colegas de farda preta fossem presos por mim no interior da DP, decidi não fazê-lo porque em nada prejudica a instauração de procedimento administrativo na Corregedoria da Policia Civil, bem como a ação penal por abuso de autoridade e desacato, sendo desnecessário mencionar o dano à minha pessoa, como cidadão e magistrado. Pensei, por fim: "Se como juiz federal fui ameaçado por três homens de fardas pretas com pistolas automáticas, algemado e jogado como um bandido na mala de um camburão, simplesmente por tê-los repreendido, de forma educada, como convém a qualquer pessoa de bem, o que aconteceria a um cidadão desprovido de autoridade e de conhecimento dos seus direitos?" Duas coisas são certas, de minha parte: Não permitirei nada "passar" em branco, pois são fatos sérios e graves que partiram daqueles que têm o dever de zelar pela segurança da sociedade e, no próximo carnaval, não usarei o presente da namorada, o tal "chapéu". É perigoso. Pode ser coisa de malandro.
Roberto Schuman - Cidadão e Juiz Federal no Estado do Rio de Janeiro"
" Amigos: Acho que nem é preciso dizer a situação vexatória pela qual passei, como ser humano e magistrado. O mais importante é que mesmo algemado na mala do camburão, após os policiais estarem com minha identificação do TRF e dizendo que talvez pudessem nao me levar para a DP, aos risos e chacotas, consegui ligar para os setores de seguranca do TRF e do TJ/RJ, pedindo o rastreamento da viatura do CORE na qual eu estava para evitarem um mal maior. Felizmente os danos físicos se limitaram aos meus pulsos, quando, após ter me identificado como juiz federal o policial cujo link segue abaixo, bem novo, diga-se, apertou as algemas até os meus ossos, rindo. Tenho certeza que se tratavam de pesssoas sem qualquer equilíbrio para o convívio em sociedade,mais ainda trajando fardas pretas da elite da Policia Civil/RJ com pistolas automáticas apontadas para mim. Certamente constituem-se exceção dentro do seio policial: http://www.policiacivil.rj.gov.br/noticia.asp?id=2886. A história foi escrita por mim visando a publicação em jornais, até mesmo para se propor um debate sério sobre o atual estado de coisas, pois no mesmo jornal que noticiou um juiz federal algemado no camburão pela suposta prática de um delito de menor potencial ofensivo havia um bicheiro - réu em processo criminal - em cima de um caminhão oficial do corpo de bombeiros fluminense,logo, aparelho do Estado. Ressalto que não tenho palavras para agradecer os vários telefonemas de apoio recebidos e mensagens de colegas e amigos de todas as carreiras do meio jurídico e de outras diversas, todos, resumidamente, com a seguinte preocapação: se aconteceu isso com um juiz, o que virá em seguida. E o cidadão comum? Bom, agradeço o apoio imediato da AJUFE, que no dia seguinte ja estava ao meu lado, e, novamente, de todos os amigos. Segue abaixo a minha manifestação,que está livre para a mais ampla divulgação possível, bem como este email, para que isso nunca mais volte a ocorrer, com quem quer que seja. Haverá uma sessao de desagravo provavelmente as 17:00 horas do proximo dia 13, quarta-feira, no auditorio do foro da justica federal da Av. RioBranco,no centro do Rio de Janeiro. Por último, confesso que saí do camburão algemado me sentindo como um trapo,um lixo, em relação à minha cidadania e minha condição funcional, contudo, após esses dias saio um cidadao e um magistrado ainda mais forte, e isso eu devo a todos vocês. Atenciosamente,Roberto Schuman.
Segue a carta:
O Juiz, a Polícia e o Malandro.
Segunda-feira de carnaval, saio de casa perto das 22:00 horas para encontrar a namorada na porta do Circo Voador, na Lapa. Lá chegando, saio do táxi falando ao celular para encontrá-la. Mas não é só. Além de tênis, bermuda e camisa, usava um chapéu, desses vendidos em todos os cantos da cidade a R$ 5,00. Presente da namorada. Coisa de mulher. Então, atravesso a rua e quase sou atropelado por um camburão com luzes e lanternas apagadas com a inscrição CORE no carro. No mesmo momento o motorista grita " Ô malandro" e eu, assustado, dou um pulo para a calçada, peço desculpas e viro as costas, continuando ao celular e andando, já na calçada. Aí, percebo que a viatura andava ao meu lado, com três policiais de preto, ao que escuto, em alto e bom som: "Saia da rua, seu malandro e bêbado". Nessemomento, pensei: Isto não é jeito de tratar as pessoas na rua e respondi: "Não sou bêbado nem malandro; se vocês não estiverem em operação, está errado andarem com essa viatura preta e apagada, pois quase me atropelaram e vão acabar atropelando alguém!" Oportunidade em que os homens de preto descem da viatura dizendo: "Ô malandro, tu é abusado, tá preso". Ato contínuo, diante da voz de prisão, estendo os dois braços para ser algemado. Pergunto ao mais novo dos três, que estava completamente alterado: "Qual o motivo da prisão?" Resposta: "Desacato". Pergunto novamente: "O que os senhores entendem como desacato?" Resposta: "Até a DP a gente inventa, se a gente te levar pra lá". Neste exato momento, percebendo a gravidade da situação, disse: "Estou me identificando como juiz federal e minha identificação funcional está dentro da minha carteira, no bolso da bermuda. Imediatamente o policial novinho, que se identificou como André e na DP disse se chamar Cristiano meteu a mão no meu bolso, pegou aminha carteira e a colocou em um dos bolsos de sua farda preta. Então o impensável aconteceu! Disseram: "Juiz Federal é o c..., tu é malandro e vai para a caçapa do camburão. Fui atirado na mala do camburão como bandido, algemado, porém, com o celular no bolso e os três policiais do CORE da Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro, dizendo que no máximo eu deveria ser "juiz arbitral ou de futebol". Temendo pela vida, por incrível que pareça me veio aquela frase de Dante, da sua obra "Divina Comédia": "Abandonai toda a esperança, vóis que entrais aqui". Então, sem perder as esperanças, peguei o celular do bolso mesmo algemado e liguei para a assessoria de segurança da Justiça Federal informando a situação,bem baixinho, e que não sabia se seria levado para DP, pedindo para acionar a PM e localizar a viatura do CORE que estava circulando pela Lapa comigo jogado algemado na mala. '>' Após a ligação, disse-lhes uma única coisa, ainda na viatura: "Vocês estão cometendo crime, ao que escutei dos três, aos risos: "juiz federal andando com esse chapéu igual a malandro. Até parece. Se você for mesmo juiz,a gente vai chamar a imprensa, pois juiz não pode andar como malandro." Na delegacia, as gracinhas dos policiais continuaram: "Olha o chapéu do malandro". Então eu disse, já me sentindo em segurança: "Vocês querem que eu tire o chapéu e vista terno e gravata?" O fato é que já na presença do delegado as algemas foram retiradas e, vinte minutos depois, um dos policiais de preto vem ao meu encontro e me pede: "Excelência, desculpas, nós agimos mal,podemos deixar por isso mesmo?" Respondi: "Primeiro. Não me chame de Excelência, pois até há pouco vocês me chamavam de malandro. Segundo. Não, não pode ficar por isso mesmo. Como é que vocês tratam assim as pessoas na rua, como se fossem bandidos. Terceiro. Vocês três não honram a farda que estão vestindo. Quarto. Desde a abordagem policial agi apenas como cidadão, no que fui desrespeitado e, depois de ter me identificado como juiz federal, fui mais ainda, logo, um crime de abuso de autoridade seguido de outro de desacato. Depois do circo montado pelo próprio agente do CORE Cristiano, que ligara do interior da DP para os repórteres, de forma incessante, talvez temendo que ele e seus dois colegas de farda preta fossem presos por mim no interior da DP, decidi não fazê-lo porque em nada prejudica a instauração de procedimento administrativo na Corregedoria da Policia Civil, bem como a ação penal por abuso de autoridade e desacato, sendo desnecessário mencionar o dano à minha pessoa, como cidadão e magistrado. Pensei, por fim: "Se como juiz federal fui ameaçado por três homens de fardas pretas com pistolas automáticas, algemado e jogado como um bandido na mala de um camburão, simplesmente por tê-los repreendido, de forma educada, como convém a qualquer pessoa de bem, o que aconteceria a um cidadão desprovido de autoridade e de conhecimento dos seus direitos?" Duas coisas são certas, de minha parte: Não permitirei nada "passar" em branco, pois são fatos sérios e graves que partiram daqueles que têm o dever de zelar pela segurança da sociedade e, no próximo carnaval, não usarei o presente da namorada, o tal "chapéu". É perigoso. Pode ser coisa de malandro.
Roberto Schuman - Cidadão e Juiz Federal no Estado do Rio de Janeiro"
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
duplas
ostra crua (só com limão) + champanhe
laranja + framboesa
batata frita + sauce béarnaise
chico + gal
queijo + vinho
joe henderson + tocando tom jobim (double rainbow)
sinatra + tom
rio scenarium + samba
baudelaire + verlaine
rio + samba
chocolate + felicidade
chocolate + tristeza
jazz + amor
jazz + samba
sushi + wasabi
travessa + estátua do pixinguinha
cinema + pipoca
livro bom + café carioca
............e não existe casamento perfeito?
laranja + framboesa
batata frita + sauce béarnaise
chico + gal
queijo + vinho
joe henderson + tocando tom jobim (double rainbow)
sinatra + tom
rio scenarium + samba
baudelaire + verlaine
rio + samba
chocolate + felicidade
chocolate + tristeza
jazz + amor
jazz + samba
sushi + wasabi
travessa + estátua do pixinguinha
cinema + pipoca
livro bom + café carioca
............e não existe casamento perfeito?
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